Hoje dia 13/06, por volta das 17h45, avistamos pela câmera de segurança, uma máquina retroescavadora, conduzida por um homem desconhecido, que invadiu a Sede da IURD em Faro, no Largo de São nº 10. Movido por uma fúria incontrolável, começou a destruir completamente as portas da frente, de acesso ao hall de entrada. Imediatamente, nós corremos na direção ao homem e tentamos impedi-lo, sem sucesso. Telefonamos aos serviços de emergência e pedimos apoio policial, enquanto isso, o obreiro Cristiano Viegas (Funcionário da Rádio), que estava conosco no momento, correu na GNR (polícia local), que fica ao lado da Igreja, e também solicitou ajuda.

Entretanto, o homem colocou mais velocidade na máquina, contra nós, e conseguiu subir os degraus do hall, estourando completamente a porta automática (de acesso ao salão principal), bem como a câmera de segurança, que estava ali instalada, paredes e teto. Rindo muito, foi destruindo todas as cadeiras em direção ao altar, mas NÃO CONSEGUIU TOCAR NO ALTAR, QUE FICOU INTACTO! Continuou seu processo de destruição fazendo círculos com a retroescavadora ao longo de toda entrada principal da Igreja. Praticamente todas as poltronas foram destruídas, muitas partes do pavimento do salão também foram destruídas.

O bispo Robson Gomes (responsável pelo trabalho evangelístico no sul do País), juntamente com o pastor Warth Oliveira (responsável pela região de Portimão), com suas esposas, oravam e pediam ao Senhor pelo livramento, proteção e socorro.

Foi quando os agentes da GNR chegaram ao local e o homem não se deixou intimidar; continuou a ameaçar os policiais com a máquina, então, recebeu voz de prisão.

Apesar do ataque, permaneceram INTACTOS O ALTAR E TODOS OS ELEMENTOS SAGRADOS QUE ALI PERTENCEM. A TAÇA COM O ÓLEO SANTO DA UNÇÃO NÃO QUEBROU E NÃO DERRAMOU. O SANTUÁRIO DE DEUS FOI PRESERVADO, PARA HONRA E GLÓRIA DO NOSSO DEUS!

"A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos; e, neste lugar, darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos." Ageu 2:9

Jana Gomes - Portugal

Publicado por: Bispo Edir Macedo


“Desde o dia em que coloquei os pés no Chile, há 2 meses, temos realizado, juntamente com pastores, obreiros e evangelistas, orações em favor do povo chileno, todas as sextas-feiras, às 23h, em todas as IURDs do país. Colocamos, inclusive, a mensagem “O POVO CHILENO PRECISA DE ORAÇÃO”, na Comunidade Universal – rede social do Portal Arca Universal.

No dia 27 de fevereiro, eu, minha esposa e meus filhos havíamos chegado do templo, sede da IURD em Santiago, de uma dessas orações. Cansado fisicamente, deitei à 1h da madrugada e aproximadamente às 3h30 ouvi um ruído do carro de bombeiros. Despertei e logo senti um tremor leve que foi crescendo em segundos. Minha esposa, Érika, também despertou. De repente, parecia que tudo ia cair. Muitos ruídos de vidros e gritos. Dentro de mim, uma paz, uma voz dizendo no meu interior: “Já vai passar.”

Ainda em meio àquela situação, sem luz, encontrei meu celular e usei sua luz para descer os nove andares do edifício com meus dois filhos de 4 anos, minha mulher e a ajudante da minha esposa. Naquela noite, dormimos no carro e, ao amanhecer, voltamos para o apartamento. A maioria das construções no centro de Santiago é antissísmica, mas a sensação é de estar dentro de uma gelatina. Todos temiam outros abalos, conhecidos como réplicas, de menor intensidade, mas com as construções abaladas pelo primeiro terremoto, não era seguro estar em casa. Passamos a segunda noite no carro, eu, minha mulher e os dois filhos. Temos a certeza de que agora, mais do que nunca, o Chile se dobrará diante de Deus.

Na Igreja, no domingo, muitas pessoas faziam relatos de livramento e de como, diante dos fatos, foram libertos da morte. Nós, aqui no Chile, os pastores, esposas, filhos, obreiros, vimos a mão de Deus.

Não temos notícias de nenhum membro da IURD entre os feridos. Dos 35 templos, três destes, nas cidades mais afetadas – Concepción, Talca e Talcahuano (atingida pelo tsunami) –, aguardam a liberação da Defesa Civil para poderem voltar a funcionar.

Além do processo de doação de mantimentos e roupas, está sendo organizada uma campanha de doação de sangue em todo o país depois de apelo da IURD. ”

Pastor Lúcio Monteiro, responsável pelo trabalho evangelístico da IURD no Chile

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Publicado por: Bispo Edir Macedo


Meu nome é Rosana Vaz Wolters, tenho 44 anos e esta é minha história:

Aos 3 anos de idade, minha mãe se separou de meu pai, que, por ser alcoólatra, já não era presente e tampouco ajudava com as despesas da casa. Com muito esforço, minha mãe criava os três filhos sozinha. Apesar da dificuldade financeira, me lembro de uma infância feliz.

Quando eu tinha 7 anos, minha mãe se casou de novo. Seu novo marido era um homem muito agressivo e nervoso. Qualquer coisa o tirava do sério e, como consequência, as brigas eram constantes dentro de casa. Por não suportar o clima tenso, eu sempre dava um jeito de dormir na casa de uma amiga a fim de escapar da minha realidade.

No início da minha adolescência, eu fui rigorosamente contra as drogas, cigarros e bebida alcoólica, porém, com o passar do tempo, cedi à pressão dos amigos, comecei a fumar, beber e, quando me dei conta, já estava fumando maconha.

Após um sério desentendimento com meu padrasto, resolvi não mais voltar para casa. Fui, então, morar de favor até que eu pudesse ter meu próprio lugar.

Naquela época, o meu presente estava péssimo. Como eu não queria mais lembrar o passado, resolvi querer saber do futuro. Como consequência, fui a uma cartomante. Durante a consulta, ela descreveu o meu passado em detalhes. Isso logo me impressionou muito, pois eu jamais a havia visto. Obviamente, vim a saber depois, que, na verdade, eu estava tendo uma consulta com um espírito imundo, por isso, ela sabia de tudo. O causador da destruição no passado estava ali a falar comigo através daquela senhora. Como resultado, resolvi sair do Brasil, pedi demissão de um trabalho promissor e fui, primeiramente, para a Espanha e depois para Londres, na Inglaterra.

Na Europa, o acesso a diversas culturas e religiões é enorme. Em pouco tempo, eu estava me aprofundando em filosofias religiosas que pregavam o carma e a reencarnação. Grande era o meu engano porque a Palavra de Deus nos diz que: “… ao homem está ordenado morrer somente uma vez, depois disto vem o juízo.” (Hebreus 9:27)

Creio que um dos maiores enganos de certas filosofias é nos fazer acreditar que somente Deus e o céu existem, mas que o inferno e o diabo são figuras fictícias, quase que folclóricas, porque, uma vez que cremos somente na existência de Deus e do céu, não sentimos necessidade de sermos salvos.  Salvos de quê? Eu sempre me perguntava quando alguém me falava que eu estava perdida e necessitava de salvação. Contudo, a Bíblia descreve o inferno em detalhes e nos alerta contra o pai da mentira e o inimigo de nossas almas.

Em Londres, experimentei drogas novas como haxixe e LSD, além de diferentes tipos de maconha de laboratório. Com o tempo, passei a fumar todos os dias e, assim, ia gastando tudo que ganhava com drogas, shows, bebidas e cigarros.

Depois de forçadas economias, me mudei para a Austrália. Lá, experimentei ecstasy e cocaína. Seguia sem muito relacionamento com a minha família. Falar com eles era lembrar o que eu lutava para esquecer.

Durante a minha estadia na Austrália, que foi de 3 anos e 5 meses, eu conheci Junior Marvin, o líder e vocalista de uma banda de reggae chamada The Wailers – a banda que acompanhou Bob Marley durante 14 anos (só menciono o nome dele porque ele me permitiu).

O brilho do palco e a possibilidade de possuir qualquer tipo de fama me encantaram. No verão de 1995, viajei com ele por toda a Europa. Eu amava participar do assédio dos fãs, entrevistas e toda a atenção dispensada a ele. Mal eu sabia que tudo era e é ilusão.

Naquele mesmo ano, me casei com o Junior e engravidei. Lembro-me de pensar: “Como vai ser agora que terei que dar um tempo nas drogas?” O medo de encarar a minha realidade sem qualquer tipo de anestesia era muito grande.

Seis meses após o nascimento da minha filha, fui morar no Brasil para ficar perto da minha família, em Goiânia. Minha mãe havia se convertido, mas meu orgulho não permitia que eu frequentasse sua casa, pois, apesar de eu seguir filosofias que pregavam a paz interior, o perdão, a calma e tranquilidade, bastava eu colocar os olhos no meu padrasto que eu logo ficava transtornada. Ele, por sua vez, me recebia de braços abertos e se entristecia pelo fato de eu não permitir que ele ficasse com a minha filha.  Assim, ficou para mim constatado que as tais filosofias religiosas que eu tanto lia a respeito de nada valiam. Eu ainda era escrava do ódio, da mágoa, do ressentimento e do orgulho.

Levada pelo meu irmão e sua sogra, assim cheguei à Igreja Universal, morando de favor, sem emprego, sem carro, com uma filha de 9 meses pra criar, casamento fracassado, cheia de mágoa, rancor, sofrendo de úlcera no estômago, ataques de pânico, fumando maconha, cigarro e dependente de álcool.

A primeira reunião que assisti foi de libertação, com o então pastor e agora bispo Marcus Silva.  Apesar de não entender muito o que estava acontecendo eu percebi imediatamente que ali havia um poder diferente. Vi pessoas sendo verdadeiramente libertas através da oração do pastor. Entendi que eu, mais do que todos aqueles que eu culpava por minhas amarguras, necessitava de libertação urgente. Para assombro da minha família, que me considerava a “ovelha negra”, eu permaneci na Universal. Era o início de uma nova vida.

Sou muito grata aos bispos, pastores e obreiros da IURD, em especial à D. Roseli, pois eu,  recém chegada à Igreja,  ao saber que ela era ex-mãe de santo, logo quis conversar com  ela.

Pelo fato de eu ainda não estar liberta, na verdade, estava em busca de uma palavra de revelação, pois eu havia visto, em outras igrejas, algumas pessoas que, em nome de Deus, faziam algo muito semelhante ao que as  cartomantes que eu consultava faziam, logo, eu  havia encontrado um paliativo para o meu vício de cartomancia.

Porém, para meu embaraço, a resposta dela era sempre a mesma: “O homem de Deus acabou de ensinar no altar o que você tem que fazer para mudar de vida. Você escutou o que ele falou?” Ela me perguntava. “Escutei”, eu respondia. “Então, por que você está aqui me perguntando tudo de novo? Você acha que a minha resposta vai ser diferente? Eu não sou mais mãe de santo e jamais retornarei para aquela vida, pois, se todo mundo tivesse a chance de ver o que eu vi, eles não brincariam nem um minuto com os assuntos de Deus, e viveriam o dia de hoje como se fosse o último, porque você nunca sabe quantos minutos tem de vida. Seja obediente, conserte-se com Deus, faça o que o pastor mandou e você vai ver a resposta em sua vida.” Assim, eu obedeci.

Apos alguns anos, me mudei para os Estados Unidos com a minha filha, comecei a trabalhar como faxineira e permaneci fiel.

Casei-me novamente. Meu marido, Alan Wolters, é um esposo e pai maravilhoso. Nossos filhos se dão super bem. Moramos em uma casa confortável, vivemos em paz e sem brigas.

Através da fidelidade nos dízimos e ofertas, Deus também tem nos prosperado. Hoje em dia, eu não faço mais faxina. Em menos de 1 ano, abrimos duas empresas, sendo uma delas a imobiliária para a qual eu um dia trabalhei. Temos carros de luxo, jantamos nos melhores lugares, enfim, tudo mudou.

Não posso deixar de mencionar que o meu relacionamento com a minha família foi transformado. Hoje, aquele que eu chamava de padrasto é meu pai. Não possuo mais nenhuma enfermidade ou vício.

Certa vez, quando eu ouvia o bispo Macedo falar na rádio, nos convidando a usar a nossa inteligência, ele dizia: “Minha amiga, você que acredita em cartomancia, acredita que o seu futuro está escrito na palma da mão, por favor, use a sua inteligência. E quem não tem mão? Não tem futuro?” Aquelas palavras ressoaram tão forte no meu espírito, que eu creio que uma das correntes que me amarrava foi quebrada.

Eu que me achava tão culta e inteligente e ali fui apresentada à minha ignorância. Não pude fazer outra coisa a não ser rir. Sem demora, entendi que eu precisava deixar de lado tudo que eu havia aprendido e começar de novo. Assim o fiz.

Na fé,

Rosana Wolters

Publicado por: Bispo Edir Macedo


Dona Cristiane,

Tenho 19 anos e fazem três anos que me afastei da igreja. Sabe Dona Cristiane, me afastei com um pensamento de conhecer as coisas do mundo, pois desde pequena frequentava a IURD com minha mãe. Passado uns três meses em que saí da igreja, arrumei um namorado, o meu primeiro namorado e o meu primeiro homem. Desde esse dia minha vida já começou a mudar, comecei a beber, fumar, me prostituir com ele, e além da relação sexual ele me pedia para que eu me masturbasse para ele, e assim foi.

Meu relacionamento foi se desgastando e a única coisa que ele queria era sexo, enfim, esse namoro durou três meses e acabou, se é que pode se chamar isso de namoro.

Sabe Dona Cristiane, isso para mim foi uma grande decepção e em consequência desse sentimento comecei a beber mais do que o limite considerado “normal”. Comecei a fumar muito, e me prostituir com todos os meninos que fico. Não sei o que acontece comigo, posso estar com uma pessoa pela primeira vez que acaba rolando o sexo.

Quero voltar à prática das primeiras obras, voltar a evangelizar, orar, jejuar, enfim, fazer as coisas de DEUS. Mas, não consigo, não tenho forças, me sinto suja.

Tento ir a igreja às quartas feiras, às sextas e aos domingos, mas, parece que tem alguma coisa me impedindo. Não sei o que é, ou melhor, sei sim, sei que é um mal, mas, estou sem forças pra lutar contra ele.

Pelo amor de Deus me ajude e me passe alguns propósitos. Me ajude em oração, me dê uma palavra amiga, pois não sei mais o que fazer da minha vida. Tenho pensado em tirá-la...

Eu quero voltar ás prática das primeiras obras, mas não estou conseguindo, eu quero muito, muito mesmo, estou disposta a dar a minha vida pra isso.

Me desculpa o incômodo, mas, mesmo sem conhecê-la, senti em meu coração que poderia contar com a senhora.

Obrigada pela atenção!

D.M.

Publicado por: Bispo Edir Macedo


Muitas vezes desconhecemos o poder de uma simples palavra. Mas Deus, com Sua compaixão imensa, levanta do pó o desvalido através de outras ex-desvalidas, mas sinceras.

Olá, Dona Cris

Esse título mudou a minha vida: "QUANDO NÃO SE TRATA DE FÉ". Um tempo atrás estava na parte debaixo da IURD que freqüento, esperando a reunião começar. Uma angústia apertava meu peito, estava passando por um momento muito difícil.

O que mais me entristecia era saber que eu fui a culpada por tudo que estava acontecendo. Mas não conseguia identificar onde começou o meu erro.

Subi as escadas, sentei-me no salão em frente ao altar e silenciosamente falei com Deus. Pedi a Ele que me mostrasse o porquê de estar passando por tudo aquilo.

Passados alguns minutos, levantei-me, peguei o Jornal Folha Universal e comecei a ler. Vi um título que dizia: "QUANDO NÃO SE TRATA DE FÉ".

Comecei a ler e tive a sensação de que aquela escritora estava sentada ao meu lado. Ela dizia no primeiro parágrafo: “...você fez algo errado, chora por causa disso, se desculpa, pensa em mudanças e então segue em frente...” Era exatamente assim que eu me sentia. Foi incrível!!

Antes de eu terminar de ler o artigo, Deus me fez ver que o meu erro foi ter feito amizades carnais dentro da Igreja. Deixei-me levar pelo que os meus olhos viam e deixei de escutar a voz de Deus dizendo: “Cuidado!!!”

Passei a ser julgada por coisas que não fiz, passaram a me pintar de um jeito que eu nunca fui e eu já não conseguia mais olhar as pessoas com olhos puros. Foi um momento muito difícil.

O único erro que eu cometi foi ter transferido para homens a confiança que eu deveria ter apenas no Senhor Jesus. Paguei um preço muito alto por isso.

Cheguei a essa conclusão em 5 minutos, o tempo exato que levei para ler o seu artigo. Renasci quando li a última frase que a senhora dizia: "converta-se mudando quem você é por dentro".

Me levantei, assisti à reunião e passei a me encontrar comigo mesma até dansuperar "a caverna escura que quanto mais longe eu entrava mais escura ficava".

Descobri naquele dia que amigo de verdade é aquele que Deus usa para acender a luz dentro da caverna com palavras sinceras.

Por isso, sempre brinco dizendo que minhas três melhores amigas chamam-se: Cristiane Macedo (irmã do meu esposo), Cristiane Lopes (esposa do meu irmão) e Cristiane Cardoso, que foi o canal que Deus usou para me salvar no momento mais difícil da minha Fé.

Obrigada.

Daniela Macedo
25 anos - casada
Salvador / BA

Publicado por: Bispo Edir Macedo


Quero aqui voltar a este tema tão discutido nestas últimas semanas e destacar um comentário que me chamou a atenção sobre o caso da criança que foi abusada de 9 anos de idade e que sofreu o aborto.

O aborto está entre as três principais causas de mortalidade materna no país. Só em 2006, teriam sido feitos mais de um milhão de abortos e quase 219.000 mulheres acabaram internadas nas redes de saúde pública por complicações após a interrupção. Logo abaixo do comentário, esta o  texto que escrevi a algum tempo atrás sobre o assunto. Quero voltar este tema para que você use a razão e reflita.

Leia o comentário:

Post: Sobre o Aborto - Juvenal da Silva disse:
13 de março de 2009 às 1:52

Eu nunca vi tanta falta de bom senso e inteligência juntos nestes últimos comentários… Gostaria de saber se essa criança abusada de apenas 9 anos e sem chance de sobreviver ao parto de uma criança, quanto mais de gêmeos, fosse filha dessa professora ou de quem criticou o aborto! Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

O Terceiro Mundo foi, é e será sempre subdesenvolvido enquanto o clero romano impor suas doutrinas supostamente em nome de Deus. Na verdade, eles querem mais miseráveis no mundo pra sustentar suas ongs supostamente sociais. Na Africa, na América Central e do Sul, Filipinas e outros tantos países de miséria a Igreja Católica se faz e sustenta a ostentação papal. Nesses lugares os padres pedófilos não aparecem porque a mídia tem estado nas mãos deles. Mas nos USA o prejuízo que eles têm causado aos paroquianos incautos são recompensados com a justiça mais justa e independente americana. Por isso eles têm tido enormes prejuízos econômicos (bilhões de dólares) com seus bispos e padres pedófilos…

E depois têm a cara de pau de excomungar os defensores e benfeitores dessa menina estuprada.Tomara que o fizessem com todos os seus incautos para que eles deixassem mesmo essa Babilônia!

Estou com o bispo Macedo. Deus o abençoe e à sua família.

Sobre o Aborto - Publicado por Edir Macedo

Eu sou a favor do aborto. Não é que eu ache que toda grávida deveria abortar, mas acho que nem toda grávida tem condições de ter um filho.

Podemos considerar esse assunto sob o ponto de vista sócio-econômico, do ponto de vista da fé ou do ponto de vista emocional. E como quase tudo na vida se esclarece ao perguntar… eu pergunto:
Qual a camada da sociedade o índice de crescimento populacional é mais acentuada e por quê? A quem interessa a multiplicação desordenada de seres humanos? Quem ganha e quem perde? Por que muitos são contrários ao aborto dos outros enquanto eles mesmos o promovem às ocultas? Por que a mesma consciência que condena o aborto despreza os filhos gerados à revelia? Qual a chance de uma criança abortada perder a salvação de sua alma? Qual a chance de uma criança chegar à idade adulta perder a salvação de sua alma?

Quando somos sinceros ao responder essas perguntas, a questão sobre o aborto não parece mais tão errada como se pregam. Dizer que o aborto é gerado pela falta de temor a Deus, nem sempre é verdade, pois, e em casos de estupros, ou defeito, etc? Com ou sem aborto a promiscuidade continuará. Ora, vamos usar a nossa fé inteligente – é muito confortável para os que têm condições serem contra o aborto, mas e aqueles que passam fome, o que será deles com mais um filho para sustentar?

Deus abençoe a todos abundantemente,

Leia também:

- Ainda Sobre o Aborto
- Médicos contra o Vaticano

Publicado por: Bispo Edir Macedo


Não é minha intenção propagar aborto. Embora a Bíblia ensina que: Se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele (Eclesiastes 6.3), ainda assim, não sou a favor do aborto indiscriminado.

Mas sou a favor da preservação das mães, que por falta de temor a Deus ou infantilidade, entregaram seus corpos ou foram estupradas e acabaram engravidando sem nenhuma condição de ser mãe. Isso sem falar das crianças que ao invés de curtirem a infância com bonecas, acabam sendo vítimas de pedófilos dentro de casa.

Além disso, as mães que têm usado suas crianças para se prostituirem por míseros reais…

Isso sem falar daquelas que têm sido usadas por traficantes e formadas bandidas para tirar a vida de inocentes e têm tornado nossa sociedade num risco constante de vida. (Ver noticiário)

Quando uma criança é gerada sem pai já é um problema grave. Imagine essa criança, sem mãe e sem pai? Certamente vai crescer com ódio da sociedade e se voltar contra tudo e contra todos. Ora, nesses casos específicos não seria melhor o aborto oficial amparado pelo Estado sem risco de vida para as mães?

Porque o feto abortado já é salvo. Mas e a mãe? E se ela morre numa clínica de fundo de quintal por causa do aborto? O que será de sua alma diante de Deus?

Portanto, entre um aborto seguro e o risco da perda de vida da mulher numa clínica clandestina, eu prefiro que haja o aborto oficial. É esse o tipo de aborto a que me refiro e que não fere minha fé!

Mas que tem interesse contrário ao aborto? O Clero Romano que vive da miséria alheia, abarcando enormes somas de dinheiro público para suas “santas casas” e afins, em nome das obras sociais. Eles têm sido contra o aborto até de crianças sem cérebro… Sob o pretexto estúpido de que o sofrimento purifica o ser humano, conforme declaração do obstetra católico dr. Dernival Brandão no STF. ( Para ler a matéria sobre o assunto clique aqui! )

E o argumento de que a criança vem de Deus é uma tremenda heresia. Se assim fosse, então Deus seria um monstro. Pois quando a criança nasce de um estupro, por exemplo, essa criança veio da vontade de Deus? E o que falar do anticristo que nascerá de uma mulher? Seria ele de Deus ou do diabo?

Minha gente, vamos usar a fé com inteligência e não na base de emoção, do contrário nunca seremos um país de primeiro mundo.

Deus abençoe a todos.

Publicado por: Bispo Edir Macedo


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