Leia também os capítulos 1, 2 e 3

Voltei ao banheiro e sentei-me novamente onde minha vida estava, no vaso sanitário! Quando fui tomar a “atitude”, a voz de Deus foi maior que tudo que eu já havia “escutado”, (meu irmão já buscava ardentemente por mim na IURD de Botafogo). Não sei como explicar, mas foi forte demais. Senti um temor tão grande que na hora perdi a coragem. Hoje, sei que foi o meu Salvador Jesus Cristo. Eu sentia muito forte Ele “dizer”: “Não faça isso jamais! Sua vida tem jeito!” E, então, o tal “homem” desapareceu na hora. Fui à cozinha e coloquei os remédios sobre a pia junto com o copo d’água e fui dormir. Imagino que ali o Espírito Santo, através das orações do meu irmão, tenha trabalhado em mim durante o breve sono, pois, duas horas depois de me deitar completamente bêbada, levantei-me e fui até a cozinha jogar os remédios fora.

Nunca dei oportunidade ao meu irmão para falar de Jesus para mim. Ele nunca me evangelizou, aliás, ninguém, porque o ódio da igreja, principalmente da Universal do Reino de Deus, era medonho. Quando eu lamentava minha vida para ele, e ele pegava a Bíblia, eu dizia: “Lá vem você com esse troço. Não quero saber nada disso!”

No dia seguinte, domingo (eu odiava domingos), acordei fisicamente, porque estava morta e enterrada em minha própria derrota. Um vazio tremendo, a alma doía demais, então, a voz do "homem” voltou: “Você não conseguiu. Sua vida vai ficar pior ainda. Pega a arma desse homem e dê um tiro na cabeça. Você logo me verá.” O homem a quem ele se referia era meu esposo, que é policial.

Fiquei com aquela ideia fixa o domingo inteiro. Imagino que meu irmão estaria na Igreja orando pela família e, por isso, eu não tenha consumado o fato.

Passou o terrível dia e na segunda-feira não foi diferente. A sugestão era cada vez mais forte, até que telefonei para meu irmão e minha mãe atendeu. Eu a ofendi gratuitamente o mais que pude e disse a ela que se algo acontecesse a mim e à minha filha, que ninguém se sentisse culpado. Disse que ninguém me amava, e nem Deus, porque nem para morrer eu servia. Nem Ele me queria e que se Ele realmente existisse, eu não estaria passando por tudo aquilo. Foi então que meu irmão, como nunca havia conseguido, falou de Jesus para mim. Em princípio, rejeitei ainda mais a Igreja Universal, tanto que eu mudava até de calçada para não passar pela porta. Dízimos, ofertas, ai que ódio eu tinha! Mas, mais uma vez, o Espírito Santo prevaleceu e depois de muito custo eu fui. Xingando e falando um monte de asneiras, mas fui. Pedi ao meu irmão que fosse me buscar (eu morava do outro lado da rua), pois eu não tinha forças para mais nada, e disse a ele assim que chegou: “Olha aqui, eu nem sei por que vou a esse lugar. Não acredito mais em nada, em ninguém e nem em Deus! Eu odeio essa igreja. Realmente, devo estar louca de ir lá, mas essa é a última porta onde vou bater. Se não der certo, vou me matar mesmo e acabou! Ninguém vai me impedir!” E GRAÇAS A DEUS, FOI A ÚLTIMA PORTA!

Isso aconteceu dia 3 de abril de 2000. Vou fazer 10 anos de vida! Nesse dia, lembro-me da roupa que eu estava, do louvor que cantava (“Segura na mão de Deus...”), da pregação. Fiquei muito atordoada com as pessoas orando “alto”. Aquilo parecia me enlouquecer, pois a dor de cabeça que eu estava era forte demais, como eu nunca havia sentido, mas saí dali com algo dentro de mim que nunca, em 33 anos (idade que eu tinha na época), eu havia encontrado. Ali, encontrei verdadeiramente ao Deus que eu tanto procurava em toda minha vida!

Comecei a fazer as correntes de libertação às sextas-feiras (ainda não havia a Sessão do Descarrego). Entendi quem era meu inimigo, com quem e como lutar para vencer tudo. Foi a luz no fim do túnel! Dei muito trabalho ao bispo (Sérgio Corrêa), pastores e obreiros, mas ninguém jamais desistiu de mim.

A entrega da minha vida é muito pouco diante de tudo que meu Senhor fez (e faz) por mim. Hoje, tenho 43 anos, sou nova criatura, estou liberta e batizada com o Espírito Santo. Estou me preparando para ser uma obreira pela infinita misericórdia de Deus. Meu pacto agora é com o Senhor Jesus de servi-Lo até a minha morte ou até Ele voltar.

Essa é parte da minha história.

Estou ao dispor para o que necessário for.

Agradeço a oportunidade de poder evangelizar multidões com meu testemunho.

Claudia-Diniz

 

Claudia Diniz (IURD Botafogo)

Rio de Janeiro (RJ)

Publicado por: Bispo Edir Macedo


Leia também os capítulos 1 e 2

Fomos tratados a pão-de-ló. Falaram toda a nossa vida. Na época, ficamos maravilhados: “Pôxa, nunca mais nos viram e falaram tudo o que estamos passando. Que bacana!” E, mais uma vez, lá fui eu, como centro de tudo, ajudar a ceifar almas para o inferno.

Comecei a trabalhar diretamente incorporando os espíritos e aí fui servindo na umbanda, candomblé, quimbanda, magia negra. Fiz pacto com o diabo com o sangue tirado da minha cabeça. Era possuída por vários espíritos muitas vezes em uma só noite. Bebia cachaça (da mais forte), cerveja (qualquer marca), bebidas doces e quando voltava a mim, não estava bêbada, mas o desejo de beber aumentava e daí eu bebia “sozinha’ lá no centro espírita mesmo. "Recebia” todas as “entidades”, mas havia uma mulher que tomou posse de mim. Tudo o que eu falava, comia, vestia, calçava, a marca do cigarro que eu fumava, os homens com quem eu saia, tudo era comandado por ela. Perdi minha identidade e, o pior, não tinha dado conta disso.

Em 1997, engravidei desse rapaz e tive uma menina, então, tudo piorou de vez. Fomos morar juntos 15 dias antes de ela nascer (em 1998). Durante a gravidez fui desprezada e, quando fomos morar juntos, o inferno transferiu-se para dentro do meu lar. Ele me traía, chegava em casa todos os dias bêbado, já com o dia claro. As brigas eram constantes, palavrões, agressões verbais (houve até uma física). Eu puxava a faca para ele e dizia que iria matá-lo.

Quando engravidei parei de frequentar o centro espírita, mas mantinha “contato” com todos eles. O altar era de primeira na minha casa. Voavam morcegos por cima das oferendas que eu colocava no quarto. Era uma humilhação só. Finalmente, minha vida perdera todo o sentido e a vontade de morrer era diária.

Em 1999, foi o ano da minha derrota total. Comecei a ver um vulto preto de um homem com boné no meu quarto perto do cabideiro. Sentia passos atrás de mim onde eu estivesse, mas em casa era mais forte. Ouvia chamarem pelo meu nome e quando eu respondia, não era ninguém. Eu tinha medo e ele dizia que se eu me virasse o veria. Ele dizia assim: “Larga esse homem, mata sua garota e depois se mate. Você sabe que depois da morte você vai para um lugar lindo onde todo seu sofrimento vai acabar.” E eu olhava para minha filha – ainda um bebê – e pensava em matá-la.

Com toda minha formação acadêmica, a cada dia eu estava pior, desempregada, destruída, cheia de dívidas, morta por dentro com uma dor desesperadora na alma. Doía mesmo. Nada, nada, nada, preenchia aquela dor. Ela aumentava a cada dia com requintes de crueldade dentro de mim.

Esse espírito deitava-se comigo e fazia sexo. Muitas vezes, eu pensava que tinha feito com meu esposo, mas percebia que não, porque eu levantava para ver e ele estava em outro cômodo da casa. Sentia o peso de um homem em cima de mim e acordava satisfeita sexualmente. Isso era a noite toda e com frequência. Com isso, meu casamento foi ficando cada vez pior. Imagino que quando isso ocorria, eu estivesse dormindo, mas confesso que nem sei, porque minha vida não era mais minha, mas “deles” e eu já andava 24 horas possuída.

Já tinha largado a umbanda, candomblé, quimbanda, e fui para um centro de mesa branca de nome muito conhecido. O livro do evangelho segundo espiritismo era meu livro de cabeceira. Nele, eu aprendia a conviver com a dor, a fazer caridade, sobre “carma”, e que havia nascido para sofrer mesmo, e que essa minha vida era fruto da minha vida passada. Ridículo, absurdo!

Num sábado, para tentar resgatar meu casamento, pedi à minha amada mãe que ficasse com nossa filha para irmos a um restaurante. Quando voltamos, estávamos a ponto de nos matarmos. As brigas começavam do nada. Nesse dia, ele me bateu e eu fui andar na rua como uma louca, procurando “amigos” para continuar “enchendo a cara”. Felizmente, não achei ninguém e voltei para casa aos berros (já era por volta das 4 horas da manhã). Os vizinhos tinham muito medo de nós e nada falavam. O “homem” comigo, abusando de mim sempre.

Naquela mesma madrugada, meu esposo foi dormir muito bêbado e eu fui chorar (como já era de costume). Fui ao banheiro e o espírito fortemente me induziu ao suicídio. Já não era a primeira vez, mas essa foi a última cartada. Ele veio até mim e disse: “Pegue todos os remédios desta gaveta, principalmente os vencidos, e beba de uma vez. Você precisa morrer para descansar. Sua filha está criada (ela tinha apenas 1 ano e 9 meses), esse homem  te odeia, você não tem ninguém. Só tem a mim. Então, coragem, faça logo isso e acabe com esse sofrimento de uma vez.” Fiz o que ele ordenou. Preparei tudo e fui até a cozinha pegar o copo com água (detalhe, eu havia bebido a noite inteira).

Continua...

Claudia Diniz (IURD Botafogo)

Rio de Janeiro (RJ)

Publicado por: Bispo Edir Macedo


Voltar ao terrível passado da minha vida só é válido para glória de Deus, mas vamos lá!

Desde o ventre materno, por pura ignorância espiritual da minha avó materna, fui entregue aos espíritos, os quais diziam-se de “luz” (como sempre fazem).

Tive uma infância humilde, mas nunca nos faltou o pão. Meu pai, sempre muito trabalhador (como é até hoje), e minha mãe, dona de casa. Ambos sem vícios. Nunca tive nenhum mau exemplo onde eu pudesse ao menos tentar justificar toda minha louca vida quando me tornei adolescente.

Aos 16 anos, passava mal na rua e então comecei a frequentar um centro espírita de “mesa branca”. Os tais “velhinhos e índios de luz” diziam que já era hora de eu “desenvolver” e começar a fazer caridade, pois tudo que eu recebia “de graça de Deus” deveria passar adiante para meus irmãos da mesma forma. Assim, começava realmente a desgraça da minha vida.

Em 1985, aos 18 anos, apaixone-me por um rapaz. Ele era estudante de medicina e eu, na época, estava terminando o curso normal. Entreguei-me a ele. Namorávamos e tínhamos planos de nos casar. Meu pai, que é um homem muito sério e íntegro, nunca tolerou os namoricos que eu tinha, mas deste rapaz ele se agradou (realmente era um bom moço). Um dia, de repente, ele resolveu terminar comigo e eu quase enlouqueci (nessa época eu já estava em “desenvolvimento” com os espíritos). Fiquei em profunda depressão, não tomava banho, não comia e vivia num quarto escuro. Lembro-me que para ir à escola muitas foram as vezes que eu dormia dias com o uniforme para não perder aula. Quando eu ia à escola (levada pela minha mãe, de ônibus), por também ter desenvolvido a síndrome do pânico, ficava como um bicho acuado no final da sala sem dar uma palavra. Minhas amigas de sala estranhavam minha atitude, pois eu era uma moça muito “feliz”. Perguntavam à minha mãe o que estava acontecendo comigo e ela dizia: “Deixa ela meninas, ela está muito doente.”

Fiz tratamento com psicólogo, mas dentro de mim nunca aceitei depender de nada e de ninguém. Joguei os remédios fora e disse à minha mãe que, dali em diante, eu me curaria sozinha. Pois bem, comecei a sair com mais frequência com amigos, virava noites, e bebia desenfreadamente (nunca deixando de frequentar as sessões espíritas). “Recebia” os espíritos na rua, em qualquer lugar. Eu não tinha domínio sobre eles em minha vida. Consciente, servi a eles por 19 anos. Experimentei maconha e cocaína, mas, felizmente, não gostei do efeito. Cheirei muito lança perfume. Nos finais de semana era de lei (época das discotecas).

Eu via a tristeza estampada na face de meu pai quando eu chegava em casa pela manhã, completamente bêbada, e ainda, muitas vezes, com uma latinha de cerveja. Entrava somente para pegar o jaleco para ir ao estágio do meu curso normal, onde terminei só Deus sabe como.

Parecia que eu estava curada. Comecei a faculdade de Fonoaudiologia em uma ótima Universidade no Rio de Janeiro. Sempre bebendo e fumando muito, cheia de “amigos” e cada vez mais agressiva, prepotente, arrogante. Eu tinha uma sensação de poder incrível e não tinha medo de nada e de ninguém. Isso a cada dia crescia mais e mais dentro de mim. Noitadas e, em primeiro lugar, servir as “entidades” sempre.

O tempo passou e eu a cada dia me afundando mais. Bebia tanto que sentia vontade de tirar minha vida todos os dias quando eu acordava, de tantos “porres”. Lembro-me que eu tinha uma imagem de “Cristo” no meu quarto. Eu conversava com ela sempre e, rezando, pedia que eu não acordasse mais no dia seguinte. Quando eu acordava, a vontade de tirar minha vida aumentava e assim fui “desenvolvendo” e me acabando.

Homens casados eram minha preferência. Se fosse solteiro eu não queria não. Tinha prazer em tirar o marido das mulheres e destruir casamentos. E o pior é que, na maioria das vezes, eu conseguia, e então não queria mais.

Em 1992, com 25 anos, conheci um rapaz em um botequim que eu frequentava assiduamente (aliás, eu passava o dia lá bebendo) e aí, então, foi a consumação da minha derrota. Um “amigo” da época nos apresentou e, para variar, ele era casado. Gostei da ideia e fui adiante. Ele me disse assim: “Quando você terminar com o fulano (outro casado), você vai ser minha. Aliás, você já é minha!” Lembro-me que sorri e não dei muita confiança, mas a semente do inferno acabara de ser plantada dentro de mim. Ficamos juntos como amantes até 1994, quando a mulher dele descobriu tudo (já era o segundo casamento dele). Aí foi que achei bom. Fui até á casa dela, sentei na cama deles e disse a ela que dele eu não largaria nunca; que ela se conformasse em ser a outra. O mais incrível foi que ela aceitou e me deixou ir embora. Ainda levou-me até a portaria para pegar um táxi.

Criei asas com ele. Viajávamos e dormíamos fora quase todos os dias. Ele ligava para ela do motel e dizia que estava trabalhando. Eu me achava a mulher mais maravilhosa e poderosa e dava muitas gargalhadas da cara dela. Comecei a beber vodka porque era a bebida preferida dele. No início, com aquele refrigerante que todos conhecem (a famosa e terrível cuba libre), mas durante a mesma noite, já a bebia pura. Tínhamos um bar no porta-malas do carro dele. Nessa época, comecei a ouvir vozes e ver vultos e a vida cada vez mais louca e desenfreada.

Numa dessas noitadas regadas a cigarro, bebida e prostituição, “recebi” um espírito dentro do carro dele. Ele tinha um Fiat Uno Mille, e no painel só havia espuma, pois tudo foi cortado a facadas. O filho dele tinha uns 7 anos e estava conosco presenciando tudo. “Eu” mandei deixar o menino em qualquer “quebrada”. Ainda bem que ele não fez isso, mas o menino tomou pavor de mim. Fiquei possuída por esse espírito mais ou menos das 23hs às 5hs da manhã. Não me lembro de nada. Só lembro quando voltei a mim. Eu estava somente de short e sutiã, em frente ao portão principal do cemitério do bairro de Botafogo. Ali, eu pedi pra morrer! Então, minha mãe, como toda boa mãe, querendo ajudar seus filhos, telefonou para minha antiga mãe de santo e contou toda a história. Imediatamente ela mandou (não pediu, era uma ordem) que no dia seguinte eu fosse lá, pois precisava voltar a trabalhar com os espíritos. Lógico que obedeci e ainda levei de volta minha mãe e esse meu namorado.

Continua...

Claudia Diniz (IURD Botafogo)

Rio de Janeiro (RJ)

Publicado por: Bispo Edir Macedo


(Texto interessante, de autor desconhecido, que circula pela internet)

QUEM O CRIOU?
lúcifer:  Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem. (Ezequiel 28:15)

COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?
lúcifer : Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas. (Ezequiel 28:12,13)

ONDE VOCÊ MORAVA?
lúcifer: No Jardim do Éden, e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus. (Ezequiel 28:13)

QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?
lúcifer: Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando. (Ezequiel 28:14; Apocalipse 12:4)

ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?
lúcifer: (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada. (Ezequiel 28:13)

O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?
lúcifer: Isso não aconteceu de repente. Um dia, eu me vi nas pedras (como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei, então, a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus. (Isaías 14:13,14; Ezequiel 28: 15-17)

O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?
lúcifer: Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por consequência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei, então, os verdadeiros propósitos do meu coração. ([Isaías 14:12-14)

O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?
lúcifer : Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. (Apocalipse 12:3,4)

COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?
lúcifer : (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus. (1Pedro 5:8)

QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?
lúcifer : Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu os  estimulo a praticar o mal e confundo suas ideias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores, principalmente com o sexo, dinheiro, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho. (1Pedro 5:8; Tiago 4:7; Gálatas 5:19-21; 1 corintios 3:3; 2 Pedro 2:1; 2 Timóteo 3:1-8; Apocalipse 12:9)

E SOBRE O FUTURO?
lúcifer : (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco. (Ezequiel 28:19; Judas 6; Apocalipse 20:10,15)

"COMO DIZ O ESPÍRITO SANTO: HOJE, SE OUVIRDES A SUA VOZ, NÃO ENDUREÇAIS OS VOSSOS CORAÇÕES." (HEBREUS 3:7,8)

Publicado por: Bispo Edir Macedo


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