Veja também a Parte 01
O que caracteriza os servos de Deus é o enorme desejo de fazer a vontade do Senhor. Não há servo de Deus quando não há Senhor. Muitos O têm chamado de Senhor, Senhor, mas não fazem a Sua vontade. Nesse caso, ELES NÃO são servos e, consequentemente, o Salvador NÃO É Senhor deles. É como o apóstolo Paulo ensina: Se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle. Nem todos que professam a fé cristã são de Deus, mas somente aqueles que priorizam fazer a vontade de Deus.
Enquanto a vida do servo está no altar, sacrificando, sacrificando e sacrificando pela causa do seu Senhor, então sua brasa de fé jamais se apagará. Mas, se tiver fora do altar, sua chama se transformará em carvão. Infelizmente, é justamente isso o que mais tem acontecido no mundo "cristão". Os carvões querem se aquecer, mas não querem abrir mão da sua vontade. Daí, a razão por que poucos são escolhidos.
Veja também a Parte 02

No cuidado em fazer a vontade de Deus está o grau de relacionamento do servo com o Senhor. Agradar a Deus é fazer Sua vontade de forma livre e espontânea. Esse é o mais sublime sentimento que norteia a vida de quem realmente é servo do Altíssimo.
É até compreensível ver a maioria das pessoas preocupadas com seus afazeres e cuidados com o agrado de si mesmas. Doloroso é ver, incluídos nessa maioria, aqueles que, apesar dos muitos conhecimentos bíblicos, nunca tiveram experiência pessoal com o Salvador.
Mas, como servir Alguém a Quem não conhecemos? Como agradar ou fazer a vontade de Um Desconhecido?
Esse não é o problema do nascido do Espírito Santo. Ele entende perfeitamente o significado da vontade do Senhor porque é servo, nasceu para servir, não para ser servido. Ele sabe a vontade de seu Senhor. Se o faz ou não, são outros quinhentos. Mas, quando ele agrada seu Senhor, Este torna possível a realização de seus sonhos de forma natural, sem ansiedade, estresse ou coisa parecida. Até porque, a vontade de Deus jamais vai contra o bem-estar dos Seus filhos.
Como Pai, Ele sabe o que é melhor ou não para os filhos. Muitas vezes, ou quase sempre, eles usam a fé para tomar posse de bens antecipados. Quanto a isso, pergunto: qual a capacidade da criança administrar mil reais? Por conta disso, há que se usar a fé nas conquistas materiais, sim, mas sempre sujeitar tal fé, rigorosamente de acordo com a vontade de Deus, para que a bênção não se torne maldição.

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